FLAK
FLAK, músico com uma longa carreira ligada a grupos como Rádio Macau e Micro Audio Waves, regressou em 2015 aos trabalhos a solo, apresentando um novo disco chamado «Nada Escrito». Este foi o seu primeiro disco a solo desde o lançamento do seu, há muito esgotado, álbum homónimo de 1998 - álbum que incluía temas como "Sei onde me vou perder" e "Imenso Adeus". FLAK prepara agora para 2017 um novo disco.
FLAK (vozes e guitarras) apresentará no Arco 8, juntamente com António Vasconcelos Dias (bateria e programações) e Zé Guilherme Vasconcelos Dias (teclas e sintetizadores) um espetáculo com reportório completo que abrangerá as diversas fases da sua carreira, incluindo temas novos, dos discos a solo, das suas bandas e de outros projetos experimentais mantidos ao longo dos anos.
Fotos : Carlos Cabral Melo
Katavento
Katavento é um som alegre que gira com o vento da música popular brasileira e Jazz. A estética deste trabalho reflete, na sua música, os elementos da natureza, o som dos pássaros, do sol e do mar. Cada música é um conto, um ser vivo, com as suas belezas, caprichos e tristezas. A sonoridade de Katavento remete-nos para o imaginário das histórias populares cheias de cores, aromas, brincadeiras, saudade, preguiça e alguma melancolia.
Fotos : Carlos Cabral Melo
Cabaret
O Cabaret é um projecto interno da 9´Circos, tem como objectivo primordial a divulgação/promoção de artistas açorianos que pratiquem as artes envolventes ao Circo.
O Cabaret é um espetáculo livre de preconceitos, aberto à criatividade de cada um, o mesmo é composto por vários artistas com os mais variados números, passando pelas seguintes artes:
Clown, Malabarismo, Equilibrismo, Magia, Dança e Música.
Nunca havendo animais envolvidos.
Uma noite de muita diversão, risos, arte e partilha.
O valor da bilheteira será para apoiar os projectos de Circo Social da Associação de Artes Circenses dos Açores - 9´Circos.
Com o valor de 4 Circus, para as crianças até aos 12 anos é grátis.
O Cabaret é um espetáculo livre de preconceitos, aberto à criatividade de cada um, o mesmo é composto por vários artistas com os mais variados números, passando pelas seguintes artes:
Clown, Malabarismo, Equilibrismo, Magia, Dança e Música.
Nunca havendo animais envolvidos.
Uma noite de muita diversão, risos, arte e partilha.
O valor da bilheteira será para apoiar os projectos de Circo Social da Associação de Artes Circenses dos Açores - 9´Circos.
Com o valor de 4 Circus, para as crianças até aos 12 anos é grátis.
Djs Improváveis
Alexandre Pascoal, João Nuno Almeida e Sousa, Paulo Simões e Rui Goulart formam o núcleo duro dos Djs Improváveis, a animar as festas mais seletas do Arquipélago do Açores desde 2012 aquando do debute na festa do 2º aniversario da agenda cultural Yuzin, têm desde então feito aparições esporádicas e explosivas em diferentes “venues” e contado com a colaboração de outros comparsas igualmente improváveis, André Bradford que também se estreou na inesquecível festa de 2012, retorna de quando em vez, sendo que no próximo dia 29 a sua colaboração esta assegurada, assim como Pedro Arruda convidado especial para esta festa sempre especial.
Rafael Carvalho Trio
RAFAEL CARVALHO TRIO
O projeto “Rafael Carvalho TRIO” pretende juntar à Viola da Terra os sons clássicos do Violino e o acompanhamento ao Violão, quer num âmbito mais tradicional, quer em estilos musicais diferentes.Este espetáculo musical está orientado para uma componente de valorização da Viola da Terra, da sua divulgação, mas, acima de tudo, da sua afirmação na música Açoriana produzida na atualidade, correspondendo às exigências de inovação e criatividade cada vez maiores por parte dos públicos.
Numa conjugação do repertório tradicional instrumental mais reconhecido e de difícil execução da nossa Viola, de várias ilhas dos Açores, com uma explicação do contexto musical de cada peça, trazendo ao mesmo tempo peças tradicionais de outros países, e aliando os ritmos do Violão com o som do violino num registo mais erudito mas também com subtilezas de “música celta”, cria-se um concerto de envolvência intimista.
“Rafael Carvalho TRIO” é um conceito que funciona para as nossas ilhas, para quem nos visita, e para quem deseja assistir ao popular e ao erudito numa combinação simples mas rica de sons.
O projeto “Rafael Carvalho TRIO” pretende juntar à Viola da Terra os sons clássicos do Violino e o acompanhamento ao Violão, quer num âmbito mais tradicional, quer em estilos musicais diferentes.Este espetáculo musical está orientado para uma componente de valorização da Viola da Terra, da sua divulgação, mas, acima de tudo, da sua afirmação na música Açoriana produzida na atualidade, correspondendo às exigências de inovação e criatividade cada vez maiores por parte dos públicos.
Numa conjugação do repertório tradicional instrumental mais reconhecido e de difícil execução da nossa Viola, de várias ilhas dos Açores, com uma explicação do contexto musical de cada peça, trazendo ao mesmo tempo peças tradicionais de outros países, e aliando os ritmos do Violão com o som do violino num registo mais erudito mas também com subtilezas de “música celta”, cria-se um concerto de envolvência intimista.
“Rafael Carvalho TRIO” é um conceito que funciona para as nossas ilhas, para quem nos visita, e para quem deseja assistir ao popular e ao erudito numa combinação simples mas rica de sons.
NTERSTELLAR
NTERSTELLAR - RAPECIÂZ CONTRA OS INIMIGOS DE VEGA Biagio Volandri Performance, Objetos e voz, Cristóvão Ferreira Piano e sintetizadores Luís Couto Guitarra, João Tavares Bateria e Sax, Gianna De Toni contra Baixo
King John
No próximo sábado depois do Teatro, as portas abrem-se (23h.) para receber o Rei e respectiva corte naquela que será a antestreia do seu novo EP ""BLUES BETTER THAN THERAPY" e o ultimo concerto antes da próxima cruzada .
Considerem-se todos convidados.
Long Live The King !!
Considerem-se todos convidados.
Long Live The King !!
Sala de Embarque
Um desejo de partir. Uma ideia de instabilidade, a inquietação, motivo de desconforto que se alojou num alargado corpo/célula, estendendo-se como um vírus generalizado de partida, individual, alastrando a sua mobilidade um pouco por todo o lado. A consolidação dessa vontade de partida. Afirmar no palco a falta e, se possível, falar de nós, aqui neste tempo e espaço. É disso que trata a peça a apresentar. Este texto teatral “Sala de Embarque” tem como intervenientes: João Malaquias, Henrique Santos, Margarida Benevides e Liliana Janeiro. A composição sonora do espectáculo está a cargo de João Luís Macedo, o cenário sob a orientação de Ana Lúcia Figueiredo, a sonoplastia do Diogo Fonseca, a fotografia do Carlos de Olyveira e a concepção do cartaz e postal pertence à designer Júlia Garcia. A produção é da Galeria Arco 8 e o texto foi escrito por Fernando Nunes.
FLiP & CUSTODIO
Há coisas que são difíceis de explicar. A cumplicidade musical entre FLiP e Custódio é uma delas. Entre Ponta Delgada> Porto > Lisboa a amizade transformou-se, em muitos eventos, em perfeita fusão sonora.
Não há estilos pré-definidos! Corre-se do House ao Disco, viaja-se do Electro ao Bass, finaliza-se em Techno e volta-se a fazer tudo de novo, tantas vezes quanto a pista aguentar.
Tanta cumplicidade só traz um senão: Muitas vezes antecipam-se um ao outro e encontram-se com o mesmo disco nas mãos, para rodar n'ásseguir. Aí há Sangue na Pista... Mas sem ninguém ter tempo de parar de dançar.
Entrada Livre
Não há estilos pré-definidos! Corre-se do House ao Disco, viaja-se do Electro ao Bass, finaliza-se em Techno e volta-se a fazer tudo de novo, tantas vezes quanto a pista aguentar.
Tanta cumplicidade só traz um senão: Muitas vezes antecipam-se um ao outro e encontram-se com o mesmo disco nas mãos, para rodar n'ásseguir. Aí há Sangue na Pista... Mas sem ninguém ter tempo de parar de dançar.
Entrada Livre
Nepal, a vida criativa
É com grande prazer que convidamos V. Ex.a para a presença no lançamento da exposição fotográfica, "Nepal, a vida criativa", com fotografias do açoriano Carlos Brum Melo e textos da aveirense Ana Catarina Silva, no próximo dia 1 de julho (sexta-feira), pelas 22h00,
Pelas 23h30, terá lugar a actuação da nossa luxuosa e exótica banda ANONAque para além dos habitués contara com a participação de convidados espaciais .
Pelas 23h30, terá lugar a actuação da nossa luxuosa e exótica banda ANONAque para além dos habitués contara com a participação de convidados espaciais .
A iniciativa insere-se na acção de angariação de fundos «Açores pelo Nepal», com vista a sensibilizar a população para os fenómenos sísmicos e recolher fundos para as vítimas dos terramotos do Nepal em 25 de abril e 12 de maio de 2015, através de uma parceria com a AMI. A exposição, após ter passado por Lisboa (Instituto Camões) e Aveiro (Antiga Capitania do Porto de Aveiro, com a presença do Dr. Fernando Nobre), encerrará a sua digressão a nível nacional e a acção solidária precisamente onde iniciou, em Ponta Delgada.
Sinopse
“Podemos Controlar o que os Outros Pensam de Nós?” é um monólogo teatral que reflecte sobre a capacidade de nos aceitarmos enquanto seres humanos independentemente daquilo que pensamos ser ou de qualquer julgamento exterior. Ao mesmo tempo pretende exaltar o uso das palavras, a inocência do amor e da amizade, enaltecer a relevância da beleza e do seu papel no quotidiano, bem como exprimir a nossa necessidade de pacificação e de silêncio.
Este texto foi sendo escrito, reescrito, ao longo do tempo. A sua génese, bem como a sua elaboração, está associada a uma circunstância especial, sobretudo a uma tirada de um amigo que se interrogava sobre essa possibilidade de controle, esse exame permanente que fazemos sobre o que os outros podem pensar sobre nós. A indagação activa e vigilância permanente das nossas acções e sobre o que fazemos, uma atenção constante ao que os outros podem ou não pensar. É neste nosso comportamento que encontramos motivo para inibições ou acções nem sempre consentâneas com as nossas reais intenções.
A partir daqui o texto tornou-se esclarecedor no sentido de criar um momento de introspecção, neste caso a celebração de um aniversário, aproveitando o momento para a consolidação de um registo dialógico virtual, possível de criar um uma reflexão intima e consciente sobre a existência e a passagem do tempo.”
Género:Monólogo | Duração aprox. 20’
Classificação Etária: M/12 (não ofensiva a menores)
Ficha Técnica
Texto de Fernando Nunes
Interpretação de João Malaquias
Apoio à criação: Galeria Editora Miolo
“Podemos Controlar o que os Outros Pensam de Nós?” é um monólogo teatral que reflecte sobre a capacidade de nos aceitarmos enquanto seres humanos independentemente daquilo que pensamos ser ou de qualquer julgamento exterior. Ao mesmo tempo pretende exaltar o uso das palavras, a inocência do amor e da amizade, enaltecer a relevância da beleza e do seu papel no quotidiano, bem como exprimir a nossa necessidade de pacificação e de silêncio.
Este texto foi sendo escrito, reescrito, ao longo do tempo. A sua génese, bem como a sua elaboração, está associada a uma circunstância especial, sobretudo a uma tirada de um amigo que se interrogava sobre essa possibilidade de controle, esse exame permanente que fazemos sobre o que os outros podem pensar sobre nós. A indagação activa e vigilância permanente das nossas acções e sobre o que fazemos, uma atenção constante ao que os outros podem ou não pensar. É neste nosso comportamento que encontramos motivo para inibições ou acções nem sempre consentâneas com as nossas reais intenções.
A partir daqui o texto tornou-se esclarecedor no sentido de criar um momento de introspecção, neste caso a celebração de um aniversário, aproveitando o momento para a consolidação de um registo dialógico virtual, possível de criar um uma reflexão intima e consciente sobre a existência e a passagem do tempo.”
Género:Monólogo | Duração aprox. 20’
Classificação Etária: M/12 (não ofensiva a menores)
Ficha Técnica
Texto de Fernando Nunes
Interpretação de João Malaquias
Apoio à criação: Galeria Editora Miolo
DESTERRONICS
Desterronics é uma noite que acontece, semanalmente, na Associação Cultural Desterro em Lisboa.
Quem conduz a cerimónia é o Finlandês mais português do mundo, Jari Marjamaki, que mantem na sua mixer, um canal aberto para todos os que se queiram juntar à mesa e comungar da experiência. É chegar, ligar e fazer parte da criação sonora improvisada, na direção da energia musical comum.
Desta feita, Lisboa muda-se por um fim de Semana para São Miguel e oDesterro muda de nome para Arco 8 Azores. A Jari Marjamaki, juntam-se Tiago Henriques, Pedro Pmds & FLiP, deixando ainda vias em aberto para algum audaz que se faça acompanhar da sua máquina sonora e respectiva cablagem. Serão 5 horas de paisagens sonoras, para ver, ouvir, sentir e até dançar. Para complementar teremos Video Screening a cargo de 1ofa3rd.
Depois de ver dançar, na primeira edição, todo um Arco 8 de gente amiga, a Yuzin Azores apresenta uma segunda volta de muita dança. Venham as cumbias, os ritmos calientes e haja festa até ser dia! Gratuito.
After seeing dance, in the first edition, a whole Arco 8 of friends, Yuzin Azores presents a second round with lots of dancing. Come the cumbias, the rhythms “calientes” and let’s party until the day! Free.
After seeing dance, in the first edition, a whole Arco 8 of friends, Yuzin Azores presents a second round with lots of dancing. Come the cumbias, the rhythms “calientes” and let’s party until the day! Free.
SEM FITAS 3º Aniversário
12/05, 21h40m@Arco 8 Azores
O Diabólico Plano do Barão Voz Off/ Açores/ 1989
De: Emanuel Macedo/ Com: Carlos Eduardo Ferreira, Henrique Álvares Cabral
Comédia, Policial/ Dur: 62m/ Sem legendas
O Diabólico Plano do Barão Voz Off/ Açores/ 1989
De: Emanuel Macedo/ Com: Carlos Eduardo Ferreira, Henrique Álvares Cabral
Comédia, Policial/ Dur: 62m/ Sem legendas
Dois detectives, auxiliados por uma agente internacional, constituem o único obstáculo ao elaborado plano de domínio mundial do maquiavélico Barão Voz Off.
.
O "Barão ..." assume a sua linhagem B e fá-lo com orgulho. Convoca elementos do cinema de terror, policial e comédia, revelando-se uma obra singular a nível regional e a melhor forma de comemorar o 3º aniversário do Sem Fitas.
.
O "Barão ..." assume a sua linhagem B e fá-lo com orgulho. Convoca elementos do cinema de terror, policial e comédia, revelando-se uma obra singular a nível regional e a melhor forma de comemorar o 3º aniversário do Sem Fitas.
Subscrever:
Comentários (Atom)














































